Descrição
Zumbilhéu reúne, em recorte amplo e orgânico, a poesia de Edson Cruz — do inaugural Sortilégio (2007), passando por Sambaqui (2011), Ilhéu (2013), Pandemônio (2020) e Negrura (2022) — sob a organização de Leonardo Gandolfi. É uma travessia que faz da língua um campo de fricção entre matrizes: a tradição europeia (que “ora fornece instrumentos ora faz peso”), o budismo/taoísmo como método de depuração do ego e, sobretudo, a centralidade da cultura negra enquanto experiência, memória e forma de dizer “sou nós / sou voz”.
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