Vidas secas: edição bolso de luxo

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EAN: 9786584952256
Sobre o autor

Graciliano Ramos

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Graciliano Ramos

Graciliano Ramos de Oliveira (Quebrangulo, 27 de outubro de 1892 – Rio de Janeiro, 20 de março de 1953) foi um romancista, cronista, contista, jornalista, político e memorialista brasileiro, considerado um dos maiores nomes da literatura brasileira. Ele é mais conhecido por sua obra Vidas Secas (1938).
Nascido numa grande família de classe média, viveu os primeiros anos de sua infância migrando para diversas cidades da Região Nordeste do Brasil.

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Trabalhou como jornalista na cidade do Rio de Janeiro, onde escreveu para O Malho e Correio da Manhã, até regressar para o Nordeste em 1915, devido a tragédia familiar em que perdeu quatro irmãos, vítimas de peste bubônica. Fixou-se na cidade de Palmeira dos Índios, onde casou-se, e em 1927, foi eleito prefeito, cargo que exerceu por dois anos. Logo, voltou a escrever e publicou seu primeiro romance, Caetés (1933). Vivendo em Maceió durante a maior parte da década de 1930, trabalhou na Imprensa Oficial e publicou São Bernardo (1934). Foi preso na capital alagoana em março de 1936, acusado de ser um militante apoiador da Intentona Comunista. Esse incidente o inspiraria a publicar duas de suas principais obras: Angústia (1936) e o texto "Baleia", que daria origem à Vidas Secas em 1938. Já na década de 1940, ingressou no Partido Comunista Brasileiro a convite de Luís Carlos Prestes, então secretário-geral do partido. Nos anos posteriores realizaria viagens a países europeus, incluindo a União Soviética em 1952. Morreu em 20 de março do ano seguinte, aos 60 anos, no Rio de Janeiro. Suas obras póstumas notáveis incluem Memórias do Cárcere, a crônica Viagem e o livro de contos Histórias de Alexandre.
Tradutor de obras em inglês e francês e honrado com diversos prêmios em vida, a obra de Graciliano Ramos recebeu riqueza da crítica literária e atenção do mundo acadêmico. Seu romance modernista também conhecido como regionalista Vidas Secas é visto como um clássico da literatura brasileira.
Encontra-se colaboração da sua autoria na revista luso-brasileira Atlântico.

Descrição

Originalmente publicado em 1938 e nesta edição com apresentação de Itamar Vieira Junior, autor de Torto arado, o romance Vidas secas é um clássico que permanece brutalmente atual num mundo marcado por migrações forçadas de famílias inteiras que sonham com outra vida possível. Através de uma prosa minimalista e afiada, em Vidas secas, um dos maiores clássicos da literatura brasileira, Graciliano Ramos retrata a dura caminhada de uma família que, ao lado de sua cachorra Baleia, segue em busca de sobrevivência numa sociedade brutalmente desigual, onde não passam de cidadãos de segunda classe. Lançado durante um período marcado pelo compromisso de muitos escritores brasileiros em narrar os dramas de um país continental além do concreto e do asfalto da cidade, as personagens de Vidas secas representam milhões de brasileiros que vivem sob relações de poder e formas de violência em que até a natureza parece se tornar opressora e algoz. Caminhando de sol a sol, enfrentando a indiferença e, ao mesmo tempo, a violência do Estado, encarnada na figura do Soldado Amarelo, a obra escancara no plano narrativo, com os silêncios doídos e gritos entalados de sinhá Vitória e Fabiano, o não lugar para o sofrimento dos pobres. Porém, como afirma Itamar Vieira Junior em sua apresentação, o romance desvela a “descomunal força que se descobre nos sobreviventes capazes de transformar uma história aparentemente banal num épico sobre a condição humana”. Assim, os gestos mais ordinários de cuidado e os desejos aparentemente mais banais traduzem os anseios de quem insiste em ser gente e chegar a um destino em que caibam todos os seus sonhos. “Vidas secas é uma tragédia grega transplantada para o sertão.” — Antonio Candido “Para além de um grande romance, Vidas secas é também poesia e música, um bloco de camadas sobrepostas de sentidos que o tempo tem tratado de realçar.” — Socorro Acioli

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Atualizado em 04/04/2026 09:10
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