Pátria socialista ou morte
marxismo latino-americano e caribenho
José Carlos Mariátegui
José Carlos Mariátegui (1894-1930) foi um jornalista, filósofo, sociólogo e ativista político peruano, considerado um dos pensadores marxistas mais influentes da América Latina. Sua obra mais conhecida, "Siete ensayos de interpretación de la realidad peruana", analisa a história, a economia e a cultura do Peru sob uma perspectiva socialista e indigenista. Ele fundou a revista "Amauta" e o Partido Socialista Peruano, que mais tarde se tornaria o Partido Comunista Peruano.
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Mariátegui adaptou o marxismo à realidade latino-americana, criticando o eurocentrismo e enfatizando a questão indígena e agrária. Apesar de sua vida curta, sua produção intelectual foi vasta e impactante, influenciando gerações de intelectuais e movimentos sociais na região. Sua análise da sociedade peruana e suas propostas para uma revolução socialista com raízes locais permanecem relevantes.
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Descrição
Por que essa sensação de paralisia histórica? A luta de classes é o motor da história, disse Karl Marx e Frederich Engels. Enquanto a burguesia e o imperialismo tiverem controle absoluto dos países da América Latina, viveremos uma eterna reprodução da dependência e do subdesenvolvimento. Não somos sujeitos da história, mas objetos das tendências mundiais do sistema imperialista, vivendo ciclos eternos de modernização tardia e incompleta. Esse conceito de Darcy Ribeiro, fundamental na sua antropologia histórico-cultural da dependência, trata de países e regiões subordinados no sistema capitalista global, que operam dinâmicas de modernização seletiva e contraditória para atender aos interesses do mercado mundial, sob a gerência da burguesia interna.
Vivemos, enquanto latino-americanos, como um proletariado externo do sistema imperialista. Existimos para transferir riqueza para fora, em ciclos periódicos de destruição criativa de pessoas e recursos naturais, e a classe dominante interna garante sua acumulação de capital e taxa de lucro a partir da superexploração da força de trabalho – dependência, transferência de valor e superexploração se irmanam na economia política do capitalismo periférico. Nessa dinâmica, não estamos mais extraindo minério de Potosí ou plantando café no Vale do Paraíba com força de trabalho escravizada de negros e indígenas. Estamos, modernamente, com máquinas ultra-avançadas e tiques linguísticos anglófonos, exportando commodities, ampliando o agrobusiness e admirando traders do mercado financeiro.
Através de pensadores fundamentais do movimento revolucionário do continente, o livro Pátria socialista o ou morte: marxismo latino-americano e caribenho propõe debater os aspectos e os caminhos teóricos e práticos para superar a condição de dependência e exploração que vivem os povos da Pátria Grande latino-americana.
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