Visões da desigualdade – Da Revolução Francesa até o fim da Guerra Fria
“O que seu trabalho revela sobre a distribuição de renda como ela existe em sua época, e como e por que ela pode mudar?” Essa é a pergunta que Branko Milanović imagina fazer a seis dos economistas mais influentes da história: François Quesnay, Adam Smith, David Ricardo, Karl Marx, Vilfredo Pareto e Simon Kuznets. Ao examinar as obras desses pensadores no contexto em que elas surgiram, Milanović percorre a evolução do pensamento sobre desigualdade, demonstrando de que maneira as visões sobre o tema estão profundamente ligadas a um tempo e lugar específicos.
Visões da desigualdade nos leva de Quesnay e os fisiocratas, para quem as classes sociais eram prescritas por lei, até os clássicos do século XIX de Smith, Ricardo e Marx, que entendiam a classe como uma categoria puramente econômica impulsionada pelos meios de produção. O livro ainda apresenta como Pareto reformulou a classe enquanto uma disputa entre elites e o resto da população, ao passo que Kuznets identificou a desigualdade como resultado da divisão urbano-rural. Ao fim, explica por que os estudos sobre desigualdade foram eclipsados durante a Guerra Fria, antes de ressurgir com destaque central na economia de hoje.
Com rigor acadêmico e uma narrativa envolvente, passando por mais de duzentos anos de reflexão filosófica, Milanović oferece uma genealogia do discurso sobre distribuição de renda para mostrar não apenas como a desigualdade e o capitalismo sempre estiveram interligados no passado, mas também para aguçar nossa capacidade de pensar mais adiante, em direção às inevitáveis mudanças que o futuro ainda reserva.
Especificação: Visões da desigualdade: Da Revolução Francesa até o fim da Guerra Fria
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