
Semântica do equívoco: Poesias
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Semântica do equívoco – Poesias
Brigas, contendas, conflitos; discórdias, desentendimentos… Imerso em comportamentos questionáveis, talvez até enganadores; destacando-se por ações inadequadas e fantasiosas, a soma dos desvios revela fragilidade de caráter e acentua a imperfeição moral… Farto do ilícito, além da famigerada sopa de letrinhas, o jogo dos sete erros aqui funciona como catarse. A poesia se insinua e facilita isso. Viver é uma grande aventura, repleta de equívocos, alguns graves, outros triviais, até mesmo ridículos: tolices, besteiras, bobagens… Realimentando falhas por uma sucessão de faltas, uma vida eivada de logros será marcada pelo dolo e pouca criação, afetando, amiúde, da alma ao coração. Fiel da existência permeada de deslizes e fracassos, desatinos se cometem, involuntária ou voluntariamente. Inobstante serem fatos da vida, nessa senda, onde os erros são passageiros, é preciso ter cuidado com as distrações! Esses desacertos geram temores, amplificam tormentos, aflições… Na progressão, vem a maturidade e ajuda a compreender as mancadas da juventude, quando o maior equívoco foi acreditar que se podia tudo, a qualquer custo. Chega o tempo em que o mal-entendido já não compromete o ouvido… Desacertos, tropeços, enganos não estão mais nos planos. Como num renascimento, despojar-se dos muitos equívocos passou a ser a meta. Fascinado e comovido, longe de glamorizar o delito, o autor estimula a abandonar os apegos desnecessários e perdoar o passado.
Especificação: Semântica do equívoco: Poesias
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