Revolução em papel e tinta: Livros e panfletos radicais durante a Revolução Inglesa (1640-1660)

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Revolução em papel e tinta – Livros e panfletos radicais durante a Revolução Inglesa (1640-1660)

John Milton escreveu em Areopagitica (1644) que os livros não são objetos sem vida, tampouco são inertes. Eles circulam pela sociedade. São lidos, interpretados e debatidos. Carregam ideias, projetos, perspectivas e críticas. Levam consigo a inventividade daqueles que os fabricaram. Os autores, sem dúvida, são fundamentais, mas outros personagens são igualmente imprescindíveis na composição desses objetos multifacetados. Revisores, compositores, tipógrafos, editores, encadernadores e livreiros, nesse sentido, dão forma aos textos. Nenhuma obra existe fora de seu suporte material, o qual depende de decisões, atividades e estratégias desses agentes. Suas ações, por consequência, também transformam esses sujeitos em autores dos textos que publicam. É dessa consideração que parte Revolução em papel e tinta. Examinando as atividades editoriais e comerciais de dois livreiros londrinos, Hannah Allen e Livewell Chapman, a obra discute como eles expressaram seus próprios anseios políticos e religiosos nas páginas que confeccionaram e difundiram durante o turbulento contexto da Revolução Inglesa.

Especificação: Revolução em papel e tinta: Livros e panfletos radicais durante a Revolução Inglesa (1640-1660)

Autor

Formato

BOOK

Editora

ISBN

9788584802395

Ano de Publicação

2024

Número de Páginas

380

Dimensões

16 x 2 x 23

Idioma

Português

Edição

1

Encardenação

Brochura

Revolução em papel e tinta: Livros e panfletos radicais durante a Revolução Inglesa (1640-1660)
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