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Em Pulmão rasgando pedra Mateus Lira convida o leitor a uma jornada poética que transcende o cotidiano, em um tom por vezes seco que revela a profunda necessidade de “dar anatomia ao tempo”.
Neste seu segundo livro, após Memórias agrestes, ele transforma a obra, através de metáforas e reflexões metalinguísticas, em um encontro, como um livro-oficina, onde cada palavra é um passo em direção a um pulsar.
Uma leitura que rasga pedras para revelar a existência passeando por cartografias, pedra a pedra, os seus sertões, todos tatuados à carne.
Prefácio de Mailson Furtado. Orelha de Tarcila Tanhã.
Especificação: Pulmão rasgando pedra:
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