Primeira, última –
Parte da poesia religiosa do poeta barroco Gregório de Matos (1636-1696) serve de base para o procedimento de reelaboração deste livro. Considerando apenas as extremidades de cada poema, como sinalizado pelo título, apenas a primeira e a última palavra presentes são mantidas, propondo dois pontos para um novo percurso de leitura que destaca, na materialidade do poema, apenas o início e o fim.
Especificação: Primeira, última
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