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Se algo é pra menino, o azul é usado; se é pra menina, o rosa. E se ele usa azul e ela, rosa, sem questionar esse uso, é interpretado em um equívoco – porém que soa como um alívio – que ambos serão heterossexuais. Semelhantemente ocorre com sujeitos adultos: azul para homem, rosa para mulher. Assim, essas cores, diferentes das demais, desempenham espécies de feitiços masculinizante e feminilizante e operam para a manutenção do heteroterrorismo. Em Não se nasce azul ou rosa, torna-se: Cultura Visual, gênero e infâncias demonstro que a associações entre azul e masculinidade e rosa e feminilidade não são espontâneas e que, inclusive, são relativamente contemporâneas – tendo sido potencializadas, sobretudo, a partir do século XX. É, portanto, uma discussão que interessa pesquisadores/as, professores/as, estudantes, artistas, pais e mães e demais sujeitos que se incomodam com os modos pelos quais os gêneros e as infâncias de meninos e meninas têm sido visualmente controlados.
Especificação: Não se nasce azul ou rosa, torna-se: cultura visual, gênero e infâncias
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