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Maria antônia: um retrato além da moldura:

R$64.00

Informação adicional

Autor

Formato

Editora

ISBN

9788547331252

Ano de Publicação

2019

Número de Páginas

Dimensões

14.8 x 0.2 x 21

Idioma

Português

Edição

Encardenação

SKU: 5228455a89de Categorias: , Tag: Product ID: 33952

Descrição

Maria antônia: um retrato além da moldura –

A obra Maria Antônia: um retrato além da moldura apresenta-se estruturada em cinco capítulos que encaminham a uma leitura agradável e compreensível, mediante a alternância de conceitos teóricos e narrativas históricas, acrescidos da intercalação de representações iconográficas pertinentes e de transcrições textuais dialógicas, devidamente referenciadas. Definido o tema que, à primeira vista e meio século depois, sugere retornar aos eventos conflituosos de que essa via pública foi palco em 1968 , Fernando Santos da Silva deixa claro que vai transpor os limites da moldura: “O objetivo aqui é mostrar os significados históricos e sociológicos do espaço urbano constituído pela Rua Maria Antônia […] e contribuir para a percepção de que essa via pública possui uma vivacidade ímpar, uma funcionalidade única, evidenciada nas diversas representações da sociedade que nela circulam, focadas na sua dimensão cultural e educacional”. Isso posto, o leitor ganha e a historiografia agradece. Trabalhando simultaneamente com os eixos do tempo e do espaço, o autor que é professor, historiador e geógrafo, além de talentoso escritor brinda o leitor com uma escrita constituída de interessantes e precisas sequências históricas, que vão do Brasil-Colônia até o limiar do século XXI. Como elemento de representação geográfica e memória topográfica, o autor reproduz primorosos mapas dessas latitudes do Planalto de Piratininga, correspondentes a cada uma das etapas de colonização, ocupação regional e traçado urbano. Chega-se, assim, às coordenadas do logradouro de 500 metros de extensão, que leva da Consolação ao Pacaembu, e que pelas suas bordas laterais interliga não separa! os territórios das duas maiores universidades de São Paulo, consolidadas em meados do século XX. Esse microcosmo da complexa realidade sociopolítica e coletiva do país não merece, segundo o autor, o rótulo de “uma rua na contramão”, que outrora lhe foi atribuído. Ao contrário, a Maria Antônia caminha na própria “mão da história” e, apesar da sua reconhecida vetustez, continua a atrair novos e cobiçosos olhares. Por fim, o escritor aponta para “múltiplas possibilidades de novas pesquisas sob as mais diferentes perspectivas e abordagens teórico-metodológicas”.