
Crônica da Rua 513.2
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Crônica da Rua 513.2 –
Em uma rua fictícia da cidade de Maputo, capital de Moçambique, a Rua 513.2, convivem personagens vivas e mortas.
Os mortos – espíritos nguluvi – antigos moradores das casas no período da dominação portuguesa, interferem no dia da dia dos vivos que, agora, no período pós-independência moram nas suas casas. Vivos e mortos discutem, decidem e realizam tarefas que definem os rumos da rua e, por extensão do país. Quando esses antigos espíritos são substituídos por outros, a dinâmica histórica começa a mudar.
Nesse romance surpreendente, CRÔNICA DA RUA 513.2, João Paulo Borges Coelho apresenta um retrato literário e cultural das relações entre história e ficção, em uma sociedade em busca de sua própria identidade.
TRECHO:
“A Rua 513.2 tem um nome aritmético. Como se resultasse de uma conta precisa: 513,2 metros de comprimento desde o mato até ao mar, ou 5,132 metros de largura caso deixemos dançar a vírgula. Como se tivesse uma cota de partida de 0,5132 metros acima do nível do mar, ou fosse a quinquagésima primeira rua, vírgula trinta e dois, contada a partir de um misterioso centro, de uma secreta rua zero estabelecida por anônimo mas poderoso planejador.”
Em uma rua fictícia da cidade de Maputo, capital de Moçambique, a Rua 513.2, vivem e convivem personagens vivas e mortas. Espíritos vindos do passado, os nguluvi, interferem no dia a dia dos vivos nos períodos de pré e pós-independência do país. Quando esses espíritos são substituídos por outros, a dinâmica histórica começa a mudar.
Nesse romance surpreendente, – CRÔNICA DA RUA 513.2 – João Paulo Borges Coelho apresenta um retrato literário das relações entre história e ficção, em uma sociedade em busca de sua própria identidade.
Especificação: Crônica da Rua 513.2
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