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A pedagogia hip-hop: consciência, resistência e saberes em luta

R$76.00

Informação adicional

Autor

Formato

Editora

ISBN

9788547332372

Ano de Publicação

2020

Número de Páginas

Dimensões

16 x 2 x 23

Idioma

Português

Edição

Encardenação

SKU: 8ae138bfd3f6 Categorias: , Tags: , , Product ID: 34009

Descrição

A pedagogia hip-hop – consciência, resistência e saberes em luta

O livro A pedagogia Hip-Hop: consciência, resistência e saberes em luta, permite-nos reescrever a história sobre a população negra de forma criativa. Caracteriza-se pelo conjunto de experiências relacionadas às histórias e às práticas culturais que nos foram negadas com base nas atividades realizadas a partir dos elementos que formaram a cultura Hip-Hop – Breaking, Graffiti, DJ, MC, funcionando como disparadores de conhecimentos para que os jovens (re)elaborem suas identidades ao mesmo tempo em que nos possibilita a construção de uma reflexão sobre a cultura do racismo e das violências que recaem sobre o corpo negro. Isso nos coloca diante das dinâmicas existentes nas periferias e da diversidade de movimentos de transformação que fazem revelar o jovem da favela. Assim, recorrerei ao Hip-Hop para pensar em que medida o movimento pode auxiliar na reposição de uma experiência perdida, preservando no sujeito o seu poder de criticidade em relação à situação limite, entre a vida e a morte, destinada ao povo negro, que nos revela histórias de resistência no Atlântico, na escravidão, no fogo cruzado, nas balas perdidas, nos assassinatos causados por gangues de polícia, nos barracos, nas favelas, nos becos, nas vielas, no Hip-Hop. Uma situação que exige a recriação de novas relações entre a história, a consciência, a educação e a cultura, a fim de fazer pulsar em nosso povo o espírito de uma mente vitoriosa, coletiva e decolonizada. Isso proporcionou a busca por novos olhares para os letramentos escolares e evidenciou a pedagogia Hip-Hop como uma forma de reeducação das nossas relações étnico-raciais e como um novo devir na construção de uma educação justa e emancipatória para a juventude negra e periférica. Desse modo, o povo preto “reexiste”. E “é nois1” reescrevendo a história por meio dos riscos, do ritmo, dos pensamentos afrocentrados e da luta pela libertação, proporcionando, segundo Asante (1988, 2003, p. 85), “[…] a libertação da mente, a precursora adequada para a libertação do corpo” negro.