A estrela da manhã: surrealismo e marxismo

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EAN: 9788575596494
Sobre o autor

Manuel Bandeira

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Manuel Bandeira

Manuel Carneiro de Sousa Bandeira Filho (Recife, 19 de abril de 1886 – Rio de Janeiro, 13 de outubro de 1968) foi um poeta, crítico literário e de arte, professor e tradutor brasileiro, considerado um dos maiores expoentes da poesia brasileira e uma figura-chave do modernismo no Brasil.

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Sua obra poética, marcada pelo seu sofrimento decorrente da tuberculose, notabilizou-se pelo emprego do verso livre, pela oralidade e pela coloquialidade, e frequentemente abordava o erotismo, o pessimismo, a liberdade e a morte.
Iniciou sua atividade literária pelo simbolismo, onde se destacou por poemas como Desencanto. Posteriormente, aproximou-se das vanguardas europeias e da poesia moderna, tendo seu poema Os Sapos sido recitado na abertura da Semana de Arte Moderna de 1922. Em 1930 publicou o livro Libertinagem, consagrado por poemas como Poética e Vou-me embora pra Pasárgada e considerado um marco de divisão entre a primeira e a segunda geração modernista brasileira. Nos anos seguintes, persistiu na produção literária e acadêmica até a sua morte em 1968.

A estrela da manhã: surrealismo e marxismo
A estrela da manhã: surrealismo e marxismo

Descrição

A estrela da manhã – surrealismo e marxismo

Em A estrela da manhã, Michael Löwy aborda a filosofia política do surrealismo e sua ligação com o marxismo. A adesão dos surrealistas ao materialismo histórico, sobretudo a partir da obra de André Breton, marcou profundamente a história e o posicionamento político do movimento, que, desde seu nascimento, é caracterizado por forte sensibilidade libertária.Para Löwy, no terreno propriamente político, o surrealismo conseguiu, por meio de uma operação alquímica, fundir a revolta e a revolução, o comunismo e a liberdade, a utopia e a dialética, a ação e o sonho. Se pensadores como Pierre Naville, José Carlos Mariategui, Walter Benjamin e Guy Debord, debatidos no livro, ficaram fascinados pelo movimento, é porque compreenderam que ele á a mais alta expressão do romantismo revolucionário do século XX. O surrealismo não é uma escola literária ou um grupo de artistas; é um movimento de revolta do espírito e uma tentativa eminentemente subversiva de reencantamento do mundo, isto é, de restabelecer no coração da vida humana os momentos ‘encantados’ apagados pela civilização burguesa.Publicado originalmente em francês em 2000, A estrela da manhã teve uma primeira edição brasileira esgotada. Nesta lançada agora, pela Boitempo, o leitor encontrará, além da tradução revisada e atualizada dois oito ensaios originais, um novo prefácio e mais um artigo, de 2011, sobre os vínculos do movimento surrealista francês com o marxismo e das vanguardas artísticas e estéticas com os movimentos revolucionários de esquerda. O apêndice, ‘Notas acerca do movimento surrealista no Brasil’, do artista e pensador surrealista Sergio Lima, texto essencial para quem quer acompanhar as manifestações desse movimento no país até hoje, também foi revisado e atualizado. O livro traz ainda diversas ilustrações e um glossário.

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Informação adicional

Especificação: A estrela da manhã: surrealismo e marxismo

Autor

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Formato

BOOK

Editora

ISBN

9788575596494

Ano de Publicação

2018

Número de Páginas

160.0

Dimensões

16.0 x 1.0 x 23.0

Idioma

Português

Edição

1

Encardenação

Brochura

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